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Nike cria aplicativo para iPhone PDF Print E-mail
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por Pedro Bombonatti (mobilepedia)

A Nike lançou o Nike Goal, um aplicativo para iPhone direcionado aos apaixonados por futebol. Esse aplicativo tem como finalidade trazer todas as novidades da Série A do Cálcio (Campeonato Italiano de Futebol) para os usuários de iPhone.

 




Ele permite que o usuário acompanhe a tabela de classificação, os resultados de todos os jogos e ainda confira os gols das partidas que estão em andamento. Além disso, a Nike aproveita para destacar os seus atletas, informando quando eles marcam um gol.

Ao mesmo tempo em que oferece um serviço, a Nike aproveita para promover os seus produtos. No aplicativo é possível ver as características de suas diferentes chuteiras utilizadas por diversos jogadores (existe até um ranking com as chuteiras que mais fizeram gols no campeonato).

A Nike pretende aumentar o conteúdo, a interatividade e, conseqüentemente, a diversão. Já pensando em oferecer “o melhor”, a empresa criou um hotsite para que os usuários possam opinar e dar sugestões de melhorias sobre o aplicativo.

Para quem se interessou, o aplicativo é gratuito e está disponível na App Store em inglês e italiano.

Referência:
http://www.mobilepedia.com.br

 
Internet Móvel: Antes e depois do iPhone PDF Print E-mail
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Internet Móvel: A.I. e D.I. (antes e depois do iPhone)
22 de Janeiro de 2009
por Marcelo Castelo (F.biz)
Não tem jeito, qualquer pessoa que usa o iPhone pela primeira vez fica encantada com o aparelho e suas funcionalidades - GPS, Touch Screen, navegação Web, App Store, Acelerômetro. Vale fazer uma pausa aqui. As primeiras pessoas que usaram este aparelho são formadoras de opinião, das altas classes sociais e com posição de destaque no mercado de trabalho, o que muda tudo quando o assunto é investimentos em marketing.

Aqui está o “pulo do gato” para uma revolução que só está começando. Quando os profissionais do mercado publicitário - entende-se anunciantes, agências, veículos, incluindo do presidente ao estagiário - começam a usar o iPhone como o seu celular do dia-a-dia, todos “sentem na pele” o potencial absurdo de interatividade e branding que o aparelho permite.

Neste momento, recordo o meu início na área de Web (pré-bolha), quando queríamos fazer websites e, em várias reuniões, recebíamos sonoros “nãos” de diretores de marketing, que falavam que não era importante ter um site Web para a marca deles, pois ninguém iria acessar (a grande verdade é que eles não acessavam a Web e, portanto, não viam muita importância nela). Sabemos que a realidade hoje é bem diferente: não conheço nenhum anunciante que não tenha um website e não acredite no crescimento deste meio.

Mas, voltando ao iPhone, tão importante quanto o aparelho é a conexão. Aqui vale destacar o lançamento em massa das redes 3G das operadoras em 2008. Esse público classe A está acostumado a navegar em banda larga nas suas casas e escritórios e, portanto, não aguenta mais navegar na “Internet discada”. Junto com a velocidade, existem os pacotes de dados, no qual o usuário paga um valor fixo e navega à vontade (nota: se você não tem um pacote de dados, não use o iPhone, a chance de você ter que vender a geladeira para pagar a conta de telefone no final do mês é grande).

Velocidade (além do 3G, não podemos esquecer da conexão WiFi), ótima experiência de navegação e mobilidade formam um tripé imbatível. Tanto que hábitos estão sendo mudados. Eu, por exemplo, quando estou em casa e preciso acessar a Internet, utilizo o iPhone em 90% dos casos. Vários outros conhecidos fazem o mesmo. É muito mais fácil do que ir até o escritório, ligar o computador, abrir o browser etc. Dá até para ficar brincando na Internet, assistindo à TV, sem ter que ficar queimando as pernas com aquele notebook pesado em cima de você.

O que falta, então, para este produto se massificar? A resposta, com certeza, é o preço, pois não podemos esquecer que moramos num País do Terceiro Mundo, ops… emergente. Atualmente, os especialistas falam em cerca de 500 mil iPhones no Brasil. Logo, logo, serão 1 milhão. Já existem, hoje, outros aparelhos similares de marcas como Samsung, G1, BlackBerry e Nokia que formam esta nova categoria, fora todos os futuros lançamentos, que tornarão a base ainda maior. E aí surge o ganho de escala, que permite uma queda drástica do preço. Veja por exemplo que, pouco tempo atrás, uma TV de LCD de 40 polegadas era quase o preço de um carro 1.0!

Mesmo com “preços altos”, começam a surgir curiosidades. Recentemente, vi uma pesquisa na qual um jovem pertencente à classe C/D e que não possui computador próprio havia comprado um iPhone de segunda mão (já tem gente vendendo iPhone usado por menos de R$ 500,00). Questionado sobre o motivo da escolha do iPhone, a resposta foi a seguinte: “Pra que comprar um computador?… O meu iPhone é um celular (inclusive, já fiquei com algumas meninas por causa dele), um MP3 Player e um computador com acesso à Internet grátis. É só usar o WiFi ao lado de cafés com redes abertas!”

Não tenho dúvida que, no médio prazo, a “categoria iPhone” será uma categoria massificada, levando a reboque a explosão da Internet Móvel. No Reino Unido, por exemplo, o número de acessos à Internet por meio de dispositivos móveis cresceu 25% no terceiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano anterior. Outro estudo, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, aponta que o celular será o principal meio de acesso à Internet em 2020.

Daqui a pouco, não ter um site móvel será o mesmo que não ter um “site tradicional”. Ou você acha que um site feito para uma tela de 15 polegadas vai ficar 100% legal numa tela de 3″? Os portais de conteúdo estão se mexendo: lançaram suas versões para iPhone e já estão vendendo espaço publicitário. Para os anunciantes é muito interessante, pois, para quem ainda não sabe, as taxas de clique em banner no celular gira em torno de 5%, uma enormidade perto dos 0,1% médio do banner na Web. Em uma tela pequena, o banner é muito mais visível, já que percentualmente ocupa um espaço maior que na Web!

Este é o cenário! As empresas que não estão preparadas já estão atrasadas e causam insatisfações em seus clientes. Infelizmente, ainda não consigo entrar no site do meu banco, porque o teclado virtual não funciona no iPhone. Enquanto eles não desenvolvem a solução, minha única saída é reclamar com o SAC, mas talvez o banco só vá se mexer quando o presidente tentar entrar no seu próprio site, pelo iPhone que ele ainda vai usar, e não conseguir.
Referência:
http://www.mobilepedia.com.br
 
App Store ultrapassa 500 milhões de downloads PDF Print E-mail
Friday, 16 January 2009 16:36
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Loja online de aplicativos para iPhone e iPod touch conta com 15 mil títulos disponíveis, com opções pagas e gratuitas. A App Store, loja para download de aplicativos para iPod touch e iPhone, ultrapassou a marca de 500 milhões de softwares baixados desde julho de 2007, quando foi inaugurada.


O anúncio foi feito no próprio site da Apple, que informa ainda que já são 15 mil programas disponíveis para uso no iPhone e iPod touch.

Em dezembro, a Apple havia anunciado a marca de 300 milhões de downloads e 10 mil aplicativos à venda. Em um balanço de fim de ano, a companhia informou que os games são os títulos mais populares da loja.

A App Store abriu em 11 de julho de 2008, com 500 aplicativos disponíveis.

Referencia:
www.apple.com
www.idgnow.com.br
www.macmagazine.com.br
 
Saiu na MacMagazine: Aldeia Tecnologia é a primeira empresa do Centro-Oeste a desenvolver para o iPhone PDF Print E-mail
Tuesday, 09 December 2008 20:33
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Boas notícias tupiniquins no mundo iPhone! A Aldeia Tecnologia anunciou hoje que acaba de se tornar a primeira empresa brasileira do Centro-Oeste a desenvolver soluções para a plataforma iPhone. Leia a notícia na integra aqui.

 
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